- Local foi cenário da morte do ex-deputado Rubens
Paiva, retratada no filme ‘Ainda Estou Aqui’ - Comissão Nacional da Verdade recomendou transformação há mais de 10 anos
Na representação, o CNDH pede que o MPF instaure procedimento específico ou incorpore o tema a inquérito civil já em andamento, para apurar responsabilidades pela omissão e adotar medidas concretas para a criação do centro de memória.
O documento foi elaborado por Ivana Leal, presidente do CNDH, e pelos advogados Lucas Albuquerque Arnaud de Souza Lima e Rafaela Batistone Ribeiro Rodrigues. O órgão tem uma Relatoria Especial de Memória, Verdade, Justiça e Reparação, coordenada pelo conselheiro Carlos
Nicodemos, que também assina o pedido.
O DOI-Codi do Rio foi um dos principais locais de repressão do regime militar e local onde o ex-deputado Rubens Paiva foi morto e torturado sob custódia do Estado em janeiro de 1971. Sua história e de sua mulher, Eunice Paiva, foram contadas no longa “Ainda Estou Aqui”, que ganhou Oscar de melhor filme internacional.
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https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2026/01/conselho-nacional-aciona-mpf-para-criar-centro-de-memoria-no-antigo-doi-codi-do-rio.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
